Olá, pessoal... Tudo bem com vocês?
Hoje eu vim falar de algumas limitações/dificuldades que tenho sentido em decorrência da minha cirurgia.
Eu sofri um acidente em fevereiro e tive que passar por uma cirurgia no tornozelo esquerdo. A moto caiu, meu pé ficou preso e eu quebrei a fíbula e desloquei o maléolo... Tecnicidades a parte, minha cirurgia ocorreu dia 26 de fevereiro e eu passei um bom tempo de molho. Pra vocês terem ideia, só voltei a trabalhar semana passada, dia 01/06.
Uma vez operada, o médico prescreveu repouso absoluto para o meu pé (nada de encostá-lo no chão por mais de 20 dias) e após esse período ele me deixou apoiá-lo no chão, mas sem forçar.
Tanto tempo parado, sem movimento, cobrou seu preço. Eu perdi o tônus muscular da minha perna esquerda e quando comecei a fazer fisioterapia a situação já estava bem avançada.
O fato de ter demorado um pouco pra começar a fisioterapia (porque o ortopedista não havia me encaminhado ainda) atrasou minha recuperação e por isso eu ainda estou mancando.
Eu consigo esticar o pé pra frente sem muito esforço, mas quando eu preciso puxá-lo (apontando os dedos pra cima) o desconforto aparece, porque, segundo o fisioterapeuta, estou com encurtamento muscular.
A recuperação ainda está acontecendo. Daqui para eu poder fazer exercícios mais pesados (como praticar esportes) são cinco meses... Pra usar salto alto, não há nem uma estimativa, vai depender da minha evolução.
Sem dúvidas, de todo esse tempo, o pior foi ficar confinada em casa. Sempre fui acostumada a sair, conversar, trabalhar, passear... E esses quase 4 meses trancada foram bem difíceis.
Se eu pudesse voltar no tempo, eu mudaria o início das minhas sessões de fisioterapia. Teria começado bem antes, logo após a cirurgia, como um amigo havia recomendado. Isso evitaria que eu perdesse o tônus muscular e, consequentemente, evitaria o encurtamento do músculo.
Mas é assim mesmo. Vivendo e aprendendo!
Eu tenho fotos, porém não postei porque são imagens fortes (meu pé antes e depois da cirurgia, após retirada de pontos, etc...).
Agora eu tenho uma cicatriz. Uma marca pra vida. Apesar de tudo que passei, gosto dela (exceto quando dói)!
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